whisky

É muito comum a prática de misturar bebidas energéticas, que tem como base a cafeína, com as alcoólicas. A ideia é reverter os efeitos calmantes do álcool e deixar o usuário pra cima. Porém, os riscos associados com essa prática merecem um grande atenção.

Uma pesquisa evidenciou que o seu uso não apenas triplica o risco de passar mal devido a bebida, mas também aumenta as chances de conduzir bêbado.

O número de ocorrências de emergências médicas envolvendo energéticos com álcool dobrou entre 2007 e 2011. As pessoas que consomem essa mistura tem uma probabilidade 600% maior de sofrer de palpitações cardíacas e 400% de tremores, irritabilidade e insônia do que pessoas que consumiram somente álcool.

Mas os efeitos colaterais cardíacos não ficam sozinhos. Existem efeitos psicológicos que justificam ainda mais o porquê dessa mistura ser tão ruim para o seu corpo. Não só suas chances de se envolver em um acidente de trânsito aumentam, mas impacta a sua capacidade de julgamento de duas formas: faz com que você ache que está menos bêbado do que realmente está e faz com que deseje mais álcool do que o comum.

Pesquisam descobriram isso após observar que pessoas que tinham consumido energético se julgavam menos bêbadas, em média, em relação àquelas que possuíam o mesmo teor alcoólico no sangue, mas que não misturaram as bebidas. Além disso, os usuários de energético tendiam a consumir mais bebidas e por um tempo maior.

E mesmo alguns refrigerantes podem ter esse efeito, pois possuem um pouco de cafeína. E o efeito é maior com refrigerantes deit, pois não possuem açúcar para amenizar os efeitos.

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